Informações Eduardo Britto do Alto da Torre, Jornal de Brasília
Com
chapão ou sem chapão, bem que o presidente do PT, Roberto Policarpo,
vem tentando conseguir aliados para a chapa de deputados federais do
PT. Chamou para conversar, antes do encontro, o presidente de um
partido aliado do governo, ele próprio candidato à Câmara dos
Deputados. Ouviu que o PT já tem o candidato a governador e
provavelmente indicará o senador. Não haveria nenhum sentido, para um
outro partido, entrar na coligação apenas para ajudar a eleger mais um
petista, agora para a Câmara. Ao contrário, a pauta deveria ser o PT
ajudar na eleição de candidatos de legendas aliadas a deputado.
Policarpo ainda tentou convencer de que a chapa seria positiva para
todos. Não conseguiu.
Tendência, hoje, para divisão
A
tendência, hoje, seria para a divisão, na disputa da Câmara dos
Deputados, entre os partidos que apoiam a reeleição de Agnelo. Nada de
chapão, portanto. O PT ficaria de um lado, eventualmente com o PCdoB. Na
chapinha, o PMDB tende a agregar PRB, PTC, PEN, PHS e PTdoB. O próprio
PCdoB hesitaria, nessa hipótese.
Três etapas
Em
nome pessoal, Filippelli defende a tese de que o que se discute no
primeiro momento são as chapas de distrital. Não sofrem reflexos
maiores das demais. Depois, vem o senador. Afinal, é a partir daí que se
saberá quem disputará a Câmara dos Deputados. Em uma terceira etapa
somente virão as coligações para deputado federal. FONTE:blog rádio corredor
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