Usuários do metrô enfrentaram tumulto nas estações e superlotação nos
trens durante ontem, quando os metroviários retomaram a greve que estava
suspensa desde quinta-feira passada...
Com a volta da greve, apenas sete trens circularam nos horários de
pico. Assim, a espera por um veículo, que normalmente é de três minutos,
chegou a meia hora.
O secretário de Transporte, José Walter Vazquez Filho, afirmou em
entrevista à TV Record que o governo já entrou na Justiça para que a
categoria retorne ao trabalho. "Pedimos ao Tribunal Regional do Trabalho
que julgue a greve como abusiva, já que eles fizeram essa greve no ano
passado. É impossível a população ficar a mercê de um sindicato tão
radical", reclamou.
A retomada da greve, que começou no dia 2 deste mês, foi decidida
durante assembleia realizada na noite de domingo. Os metroviários pedem
um reajuste salarial de 10% para toda a categoria, redução da jornada de
trabalho de oito para seis horas por dia e melhores condições de
trabalho.
A Secretaria de Administração Pública informou, em nota, que já propôs
reajuste de 7,12% e que reduzir a jornada prejudicaria o serviço
prestado à população.
Enquanto a greve durar, as faixas exclusivas para ônibus da EPTG seguem
liberadas para veículos normais. Além disso, o DFTrans também remanejou
alguns coletivos para reforçar as linhas nas regiões atendidas pelo
metrô.
Fonte: Jornal Destak
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