O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do
Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) ajuizou, nesta
terça-feira, dia 8, na 7ª Vara Criminal de Brasília, 17 ações penais
contra os envolvidos na denominada Operação Caixa de Pandora. ...
Os autos do processo chegaram ao Ministério Público em 13 de março de
2014, após desmembramentos realizados pelo Superior Tribunal de Justiça
(STJ) e, posteriormente, pelo Tribunal de Justiça local (TJDFT).
O objetivo do Gaeco em dividir a denúncia inicial em diversas ações é
agilizar a tramitação dos processos, contribuindo para a celeridade da
Justiça. As denúncias são referentes a prática dos crimes de corrupção
ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e quadrilha. Em todas as
denúncias há pedidos de ressarcimento aos cofres públicos em valores que
chegam a R$ 739.528.912,10.
O caso, que ficou conhecido como "Mensalão do DEM", envolvia o
pagamento de propina a deputados distritais por parte do então
governador do DF, José Roberto Arruda, e o vice-governador, Paulo
Octávio, em troca de apoio político. O esquema era abastecido,
essencialmente, com valores ilícitos oriundos dos contratos de
informática do GDF.
Foram denunciadas 35 pessoas:
Adailton Barreto Rodrigues. Alessandro Queiroz. Alexandre Tavares de
Assis. Antônio Ricardo Sechis. Berinaldo Pontes. Durval Barbosa
Rodrigues. Eurides Brito. Fábio Simão. Francisco Tony Brixi de Souza.
Gibrail Gebrim. Gilberto Batista Lucena. José Celso Gontijo. José
Eustáquio de Oliveira. José Geraldo Maciel. José Luiz da Silva Valente.
José Roberto Arruda. Leonardo Prudente. Luiz França. Luiz Paulo Costa
Sampaio. Marcelo Carvalho de Oliveira. Marcelo Toledo Watson. Márcio
Machado. Maria Cristina Boner Leo. Masaya Kondo. Nerci Soares Bussamra.
Odilon Aires. Omézio Pontes. Paulo Octávio. Pedro do Ovo. Renato
Malcotti. Ricardo Penna. Rodrigo Arantes. Roberto Giffoni. Rogério
Ulysses. Rodrigo Arantes e Rubens Brunelli Júnior
Fonte: Ministério Público do DF
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